
“É talvez o último dia da minha vida.
Saudei o sol, levantando a mão direita,
Mas não o saudei, dizendo-lhe adeus,
Fiz sinal de gostar de o ver antes: mais nada.”
Alberto Caeiro (Fernando Pessoa) in "Poemas Inconjuntos"
Hoje, no 4º dia desta minha aventura, quero partilhar consigo este magnífico poema. Era também Fernando Pessoa que dizia, sabiamente: “O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis”.
Não me vou alongar muito mais. É exactamente assim que tenho vivido tudo isto – como se fosse o último dia, até porque, apesar de nunca pensarmos nisso, pode mesmo ser…
CARPE DIEM